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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Chá de Faz-me-rir

Junte uma porção de servidores olho-gordo, uma pitada de loucura e uma dose de devaneios..
Ferva tudo no caldeirão da "disgraça" e sirva aos sem-padrinhos, enquanto choram "no pé do cabôco."

As conseqüências da greve para os "paladinos da moral e justiça" está aí: cortes, contas a pagar, agiotas, cobradores na porta...

Essa parte de servidores está sentindo na pele o que uma população de advogados, corretores e outros profissionais sentiram por ocasião de sua greve medíocre e sem propósito. Quem sofreu prejuízos financeiros, emocionais e morais foram outros e não estes servidores-olho-gordo-sem-padrinho.

Pena deles? Nem um pingo. Embora não se possa culpar os servidores pela lerdeza da justiça baiana é notório que em sua maioria pouco se lixam para a população. É fato que em sua maioria são um bando de mal-amados, mal-pagos e mal-comidos...

Quando vejo um desta "espécimie" responder rudemente a uma simples pergunta de alguém ou atender com aquela cara de dar nojo... a vontade é de vomitar em cima deles.

Agora falam em greve novamente... Façam de novo, rebanho. Dessa vez não será só corte no bolso.

Bem verdade que muitos que nada tiveram que ver com a greve estão sofrendo as conseqüências causadas por um bando de arruaceiros, débeis mentais.

DUVI-D-Ó-DÓ que se fosse esses a receber ADF estariam "lutando pela moralização" da justiça. Lutar por moralização é para quem tem moral; não para um bando de imorais que olham apenas para o seu próprio umbigo - e com o olho grande para o ADF dos outros - e afagam as suas próprias bundas. Ui, delícia!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Assembleia aprova projeto de lei que extingue o adicional de função




Em votação no final da tarde de hoje, a Assembléia Legislativa aprovou o Projeto de Lei nº 18.460/2009 encaminhado pelo Tribunal de Justiça, que extingue o adicional de função e disciplina critérios à concessão da vantagem por Condições Especiais de Trabalho (CET).

Além disso, por sugestão da presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Telma Britto, o projeto recebeu emenda de relatoria que, visando assegurar a isonomia entre os servidores do Poder Judiciário, transformou em vantagem pessoal a gratificação especial de eficiência.

A gratificação especial de eficiência (GEE) foi objeto de crítica pelo Conselho Nacional de Justiça, que entendeu não haver critérios objetivos de aferição do mérito do servidor, o que acarretou a suspensão de seu pagamento por meio do Decreto nº 152/2010.

"Considerando que todos os servidores do Poder Judiciário já eram contemplados com a verba em análise, justifica-se a sua integração aos respectivos vencimentos, como vantagem pessoal, assegurando a isonomia de tratamento", explicou a presidente.

Ainda por sugestão da presidente do Tribunal de Justiça, foi suprimido o artigo 1º, que previa o acréscimo da jornada de trabalho dos servidores sem contrapartida financeira, o que se revela inaceitável pela atual gestão.

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Texto: Redação – Foto: Marcos Fontoura/Ascom-TJBA

CET aprovada - declarada ilegal a greve e estabelecida multa diária de R$ 30.000,00/dia.

Em votação polêmica na Câmara Legislativa a CET foi aprovado por quase unanimidade. Apenas os deputados Javier e Tadeu votaram contra.

Veja abaixo reações antes e após a votação na comunidade dos servidores e note a reação RADICAL de alguns.








Álvaro Gomes, em busca de solução consensual para greve do Judiciário | Últimas Notícias

Álvaro Gomes, em busca de solução consensual para greve do Judiciário | Últimas Notícias

Em contato com o Além da Notícia o deputado estadual Álvaro Gomes informou que estará reunido, na tarde de hoje (9), com a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Telma Britto. O encontro é uma tentativa de analisar os entraves que impedem o fim da greve dos servidores do judiciário baiano. De acordo com o comunista, para se chegar a  uma solução consensual que dê um ponto final a paralisação é preciso rever o texto do projeto de Lei 18460/2009 - que trata  da alteração da jornada de trabalho e do estabelecimento da gratificação por Condições Especiais de Trabalho – CET, no âmbito do Poder Judiciário do Estado da Bahia. A população aguarda ansiosa pelo desfecho de mais esse imbróglio baiano.


NOTA: Espera-se que essa greve de interesse politico, cuja maioria serva apenas como massa de manobra chegue ao fim. A população não pode continuar pagando o pato por causa de atitudes radicais das partes.

SERVIDORES DO JUDICIÁRIO RESOLVEM MANTER GREVE QUE COMPLETA 33 DIAS



Categoria já se mostra dividida, mas a maioria quer a continuidade do movimento

MARIANA PAIVA

Reunidos ontem pela manhã no estacionamento da Assembleia Legislativa ao som de apitos e discursos, os servidores da Justiça baiana decidiram manter a paralisação, que completa hoje 33 dias. Os servidores voltam a se reunir no dia 17, às 9 horas, na Associação dos Bancários, paraavaliarosavançosnanegociação com o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

Segundo Eleonora Fernandes, oficial de justiça da 3ª Vara de Família, a diferença salarial entre pessoas que ocupam os mesmos cargos no Judiciário baiano é exorbitante.
“Sou oficial e ganho R$ 3 mil. Tenho colega de cartório que faz a mesma coisa e ganha R$ 42 mil. Não tem justificativa para isso”, conta.

Maria de São Pedro, escrevente do Fórum Ruy Barbosa, veio do bairro de Cosme de Farias, onde mora, para apoiar o movimento de greve, mesmo de cadeira de rodas.
“Fomos muito lesados. Chego no horário, trabalho 8 horas por dia. Não vou abrir mão de minha guerra”, diz.

Durante a assembleia da categoria, embora o comando de greve estivesse disposto a acabar com a paralisação, a maioria dos servidores se recusou.
A categoria estava claramente dividida durante a assembleia: um grupo que usava camisas pretas ou vermelhas apoiava a continuidade da greve; os de branco queriam que a paralisação acabasse.

Do lado dos que estavam contra a paralisação, Dilcema Almeida, diretora da secretaria da 8ª Vara de Família, reclamava do que considera uma injustiça cometida contra quem recebe adicionais sobre o salário-base. “Só uma parcela recebia os supersalários, e isso já foi corrigido. O adicional de função é para quem trabalha 8 horas ou exerce cargos de maior responsabilidade e conhecimento técnico, e pode variar de 30% a 150% sobre o salário base”, considera. Dilcema revela ainda que acredita que a presidente do Tribunal de Justiça, a desembargadora Telma Britto, não está no cargo há tempo suficiente para resolver os problemas de gestões anteriores.

Para Álvaro Boaventura, supervisor do Juizado Cível de Guanambi-BA, o objetivo da greve não é brigar por melhores salários, mas promover uma moralização da Justiça baiana. “Não estamos pedindo aumento. A proposta da condição especial de trabalho (CET), que a desembargadora quer aprovar, nada mais é que a legalização dos supersalários”, diz.


Quem apoia a CET, desde que com ressalvas, é o deputado estadual Zé Neto (PT-BA).

“Os adicionais podem acontecer, desde que de forma criteriosa. A reivindicação do movimento é válida, mas a posição da desembargadora é correta também. Espero que saia daqui uma decisão que reflita na melhoria do atendimento à população: dinheiro para investir, servidores satisfeitos e um Tribunal de Justiça com comando. Esse tripé ideal”, considera o deputado.

Segundo a assessoria do Tribunal de Justiça, a desembargadora Telma Britto não vai se manifestar sobre a paralisação, mas aguarda que os servidores retornem ao trabalho o mais rápido possível.
Ainda por meio da assessoria, Telma Britto divulgou que não poderá evitar o corte no ponto dos dias não trabalhados dos servidores porque esta foi uma decisão plenária.

Durante todo o dia de ontem, A TARDE tentou, sem sucesso, falar com Maria José Silva, que é a presidente do Sinpojud.
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População continua indignada e pendências vão se acumulando

Cadeiras vazias e portas cerradas: este foi o cenário com que muitas pessoas se depararam na manhã de ontem nos cartórios da cidade. O silêncio na porta dos cartórios era quebrado apenas por manifestações indignadas de quem teve de voltar para casa ou para o trabalho sem resolver suas pendências.

No Tabelionato do 4º Ofício de Notas, no Shopping Sumaré, um folheto anunciava a paralisação das atividades por 24 horas. “Vou chegar atrasado no trabalho meia hora e não resolvi nada aqui. Vim autenticar uma procuração que é urgente”, contou Abelardo Padilha, auxiliar administrativo.

O office-boy Uanderson de Jesus também teve de voltar ao escritório de contabilidade onde trabalha com seu envelope pardo sem ser aberto. “Vim fazer um reconhecimento de firma, mas não tem jeito, né?” Nos escritórios de advocacia da cidade, o clima era de pesar. Isto porque, com a maioria dos cartórios fechados, os prazos judiciários pararam de correr e o volume de trabalho acumulado quando a greve terminar promete ser grande. “A paralisação atrapalha o andamento dos processos, porque nosso trabalho praticamente para”, contou Murilo Nunes, advogado do escritório Martorelli, Gouveia e Trindade. Ele calcula que aproximadamente 500 processos para os quais advoga se encontram parados.


Para Saul Quadros, presidente da OAB-BA, a greve é um desastre para os advogados.

“Não podem peticionar nem recorrer. O cliente também está sendo muito prejudicado, porque fica sem seus direitos”, dimensionou.

Em nota oficial, o presidente da OAB-BA conclama o Tribunal de Justiça a encontrar uma forma de acabar com a “cultura do privilégio” e dar fim à paralisação dos servidores. “Espero que vejam o estrago que já fizeram. Neste momento, é impossível registrar um imóvel comprado ou um empréstimo bancário e até mesmo tirar uma certidão de nascimento”, disse Saul.
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Em Feira de Santana e Itabuna, não há juízes em número suficiente

GLAUCO WANDERLEY E ANA CRISTINA OLIVEIRA Feira de Santana e Itabuna

Na cidade de Feira de Santana, a Justiça vive um caos que não pode ser resolvido nem com o fim da greve. Esta é a avaliação do presidente da seção local da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Osvaldo Torres Neto. Para ele, “não há luz no fim do túnel”.

A estimativa da entidade de classe é que apenas nos juizados especiais, que envolvem causas de baixo valor, tenham deixado de ocorrer aproximadamente 1.200 audiências, com base em uma média de 60 por dia.

Quando não há greve, o andamento dos processos é lento, porque, além de funcionários, faltam juízes. “Campina Grande, na Paraíba, tem metade da população e o dobro de juízes. Aqui atendemos uma população que chega a um milhão de pessoas, considerando os 600 mil de Feira de Santana e os moradores de cidades vizinhas que procuram o serviço no Fórum Filinto Bastos”, compara.

Processos parados Cerca de 40 mil processos ficaram parados nas nove varas da Comarca de Itabuna (cinco cíveis, duas de família e três criminais) e ainda nos três juizados especiais, nesses 33 dias de greve dos serventuários da Justiça, completados hoje. Os cartórios extrajudiciais estão parados, e apenas 30% dos serventuários dos cartórios judiciais permaneceram no plantão, para os serviços emergenciais (habeas corpus, certidão de óbito, mandado de segurança e planos de saúde).

Segundo uma serventuária que não quis se identificar, os casamentos que estavam marcados estão sendo realizados.

A economista Augusta Nogueira tentou autenticar documentos para realizar um trabalho fora do Brasil e saiu frustrada. “Já deveria ter viajado há 18 dias e estou dependendo desses documentos”, reclamou.

Marcos Magalhães Silva disse que há quase um mês está precisando dos serviços cartoriais extrajudiciais de imóveis, para pagamento para lavrar uma escritura, e não está conseguindo. E Antônio Modesto de Souza ainda não conseguiu registrar o filho que nasceu há 21 dias.

Segundo o juiz da 4ª Vara Cível, Waldir Viana Ribeiro Junior, os oito novos juízes que chegaram à comarca, há sete meses, trabalharam em ritmo de mutirão para colocar as varas em dia. Coma greve, voltou tudo à estaca zero.



FONTE: Jornal A Tarde


NOTA: É nítido a conotação política da greve, enquanto a maioria dos servidores estão sendo manipulados para apoiá-la. No final das contas, enquanto "lutam" para que quem ganha mais não ganhe tanto assim, quem sai prejudicado é a população; como sempre.

60% dos grevistas da Justiça Trabalhista terão de voltar

08/06/2010 às 19:46
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60% dos grevistas da Justiça Trabalhista terão de voltar

Agência Estado
O ministro Castro Meira, do Superior Tribunal de Justiça ( STJ), determinou ao comando da greve dos servidores que 60% do efetivo da Justiça do Trabalho esteja em serviço no período de paralisação. A multa diária aplicada por descumprimento da medida será de R$ 100 mil. A greve dos servidores da Justiça teve início no dia 25 de maio.

A decisão se deu em petição apresentada pela União contra a Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe) e o Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União (Sindjus). Pedido semelhante foi ajuizado na semana passada, relativo à Justiça Eleitoral. 

O relator destaca, em sua decisão, informações oferecidas por tribunais regionais que dão conta de que, em alguns lugares, a greve atinge quase a totalidade da unidade, como no foro de Campo Grande (MS), em que uma seção com 21 servidores, 18 estão em greve.

Fonte: Jornal ATarde

NOTA: Está na hora dos verdadeiros prejudicados pela greve do judiciário baiano se mobilizarem para que a mesma tenha fim.

A quem interessa a greve do judiciário baiano?

Crédito: Carolina Felippi / Além da Notícia
A quem interessa a greve do judiciário baiano?
A quem interessa a greve do judiciário baiano?

Essa é uma pergunta que não quer calar. A quem interessa a greve deflagrada pelojudiciário baiano? Pela presença dos servidores nas Assembléias (foto ao lado), diríamos que a quase ninguém, a não ser uma minoria. Se essa imagem não é o bastante para convencê-lo de que existe algo por trás da grevevamos aos fatos: a princípio o mote era a questão dos supersalários e o fim do adicional de função, respaldado pela da Lei Estadual nº 6355/91, que vigora desde 1992.
Pois bem, a medida moralizadora recentemente adotada pela atual presidente,desembargadora Telma Britto não só reduziu despesas com pessoal, como adequou a folha de pagamento às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal, comprometendo-se ainda, a criar o plano de cargo e salários, visando vencimentos mais altos e adicionais mais baixos e todos os esforços para que as reivindicações sejam atendidas. Soma-se a isso uma liminar expedida em 31 de maio do corrente ano, pelo CNJ, determinando fim do adicional de função, uma das maiores reivindicações dos grevistas, senão a maior, não havendo, portanto, motivos para a continuidade da greve, que além de arbitrária, tem cunho meramente político e eleitoral, patrocinada por um grupo que tem um único e absoluto propósito: tomar de assalto o Sindicato do Poder Judiciário (Sinpojud)das mãos da atual presidente Maria José (Zezé) e se fortalecer para as próximas eleições estaduais.

Fica aqui a nossa reflexão e sugestão para que os nobres parlamentares, na próxima terça-feira (8), quando haverá a votação do Projeto de Lei 18.460/09 de autoria do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que estabelece a gratificação por condições especiais de trabalho (CET), fiquem atentos a manobra desta minoria sindical, repito, vergonhosamente orquestrada para faturar eleitoralmente e tomar oSinpojud das mãos da sua atual presidente, motivo pelo qual insistem na greve.  A bem da verdade, os maiores reféns destes ‘pseudos sindicalistas’, somos nós, a sociedade, impedidos de utilizar os serviços dos fóruns e cartórios. Como se vê, as próximas vítimas serão os deputados estaduais, que ingenuamente estão do outro lado da balança.
Carolina Felippi / Além da Notícia


Fonte: http://www.alemdanoticia.com.br/ultimas_noticias.php?codnoticia=5489

NOTA: Após diversão vezes suspenderem os trabalhos, por 10, 15, 5 e mais 10 minutos a CET sequer foi citada.